O Estadão de hoje publicou um interessante questionário que ajuda a pensar quais são as âncoras mais importantes da nossa vida. Trata-se de um quadro de perguntas desenvolvido a partir dos estudos de Edgar Schein. Achei bastante intrigante. Minhas médias mais altas foram para avaliações sobre aptidão técnico-funcional, desafio puro e aptidão administrativa geral. A pior foi para estilo de vida, o que quer dizer que tenho dificuldades de estabelecer como prioridade a integração do trabalho com minhas necessidades individuais e familiares.
domingo, 26 de janeiro de 2014
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
Felizes em 2014! :-)
Hoje eu quero celebrar um ano de muitas
conquistas, de novas e presentes amizades, de viagens, de saúde, de
estudos, de trabalho e de muitos desafios.
Hoje eu quero agradecer a Deus pela
família que tenho, pelos amores vividos e pelo aprendizado que a vida oferece a cada dia.
Hoje eu quero receber, de braços
abertos e com muita disposição, o ano novo que se avizinha. Que
sejamos sábios, honestos, inovadores e criativos para transformá-lo
no Ano Bom que desejamos uns aos outros nesta noite. Que sejamos
felizes em 2014! :-)
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
Natal: uma mensagem de despojamento
O Natal tem um aspecto que é democrático por si só. Ao entrar para história da humanidade, a história de Jesus põe por terra a imagem de um Deus inacessível. As conservadoras leis do Antigo Testamento e a expectativa de um Deus que viria ao mundo de forma esplendorosa e portada de riquezas, dão lugar a um nascimento humilde, numa manjedoura. Essa simplicidade do nascimento de Cristo, a peregrinação de Maria e José e o simbolismo dos presentes dos Reis Magos contém para todos nós, cristãos ou não, importantes lições de vida. Que nesta data possamos refletir sobre o valor do despojamento, da doação pessoal, do respeito e do amor ao próximo na sociedade contemporânea. Essa mensagem não passa e não é exclusiva de religiões ou de seguidores. Feliz Natal!
domingo, 12 de maio de 2013
Minha mãe em mim
Hoje estou experimentando um sentimento estranho. Dia das Mães e a primeira vez que, nesta data, me encontro tão distante da Dona Neuza.
Sei que é uma data arbitrária e extremamente voltada pro consumo, mas em mim tem causado outra coisa. Aproveitei pra refletir muito sobre a relação que mantenho com esta mulher.
Quem a conhece, entende muito do que eu sou. Há valores, comportamentos e um jeito de estar no mundo que herdei de minha mãe. Realmente somos muito parecidos.
Eu a admiro tanto que não deve ser a toa que escolhi seguir alguns caminhos. A minha relação com o Jornalismo e mais recentemente com a docência vem do desejo que tenho de aprender, conhecer e compartilhar o que sei com os demais. Sinto um prazer tão grande com isso que, ao pensar nisso, sorrio como o faço lembrar os episódios em que presenciei crianças correndo ao encontro de minha mãe pra abraçar a professora Neuzinha.
Também tenho pensado na minha estada em Portugal. Como sabem, somos descendentes de portugueses e a cultura mantida em casa pela minha avó e pela minha mãe sempre me marcaram muito. Estar aqui, agora, tem um sentido de busca das minhas raízes maternas.
Enfim, a conclusão é que os dias são sempre delas, das mães, e nós é que continuamos, toda a vida, a ser presenteados. E eu me sinto incapaz de dar um presente a altura.
Agradeço a Deus por ter me dado uma mãe que me inspira tanto! Que Ele a abençoe e guarde a minha "santinha"!
segunda-feira, 11 de março de 2013
Vejam o que estão a pensar para o nosso futuro...
Penso: o que nós queremos para o futuro?
Como interferimos no design de toda tecnologia que está sendo pensada pela "grande indústria" e pelos "grandes mercados" para "melhorar nossas vidas"?
Penso: o que nós queremos para o futuro?
Como interferimos no design de toda tecnologia que está sendo pensada pela "grande indústria" e pelos "grandes mercados" para "melhorar nossas vidas"?
domingo, 6 de janeiro de 2013
O silêncio fez a lua perder seu brilho
Todo meu carinho, meu desejo e minha admiração esvanecem no teu silêncio. Eu, ao contrário, me abri, me expus; frágil e ingênuo. Esperei ansioso. Fui compreensivo, mas sua insensibilidade com meu amor não o tornam digno de meus pensamentos. Não há nada de sábio no seu silêncio. Ele é cruel e egoísta. É hora de viver um novo ciclo. Adeus!
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
Meu balanço de 2012 e meus votos de sorriso para o novo ano
Ao comemorar o Natal é natural esse espírito de celebração que invade a todos, com desejos de presentear, fazer votos de felicidade e brindar a vida. Ao coincidir com o final de um ano, também é tempo de refletir sobre o que fizemos e os planos para o futuro. O que eu posso dizer?
Os meus amigos mais íntimos sabem como 2012 foi desafiador para mim. Um ano em que tive que tomar decisões difíceis. Foram tantas mudanças que mal tinha passado por uma, já tinha outra coisa acontecendo. Emocionante, assim eu posso descrever esse ano.
Foi um ano especial. Mesmo carente de algumas pessoas que ficaram muito ausentes da minha vida em 2012, a vida me surpreendeu com outras pessoas muito queridas, especiais, algumas invadindo a minha vida e fazendo certos "estragos", é fato! rs Mas foram "estragos" bons. Foram momentos de sintonia, de cumplicidade e de carinho que marcaram a minha vida.
Mesmo com toda uma jornada atribulada, tenho certeza que termino esse ciclo revigorado e fortalecido. Espero ter aprendido com cada momento difícil e com cada gesto de carinho que recebi de tantos amigos especiais. Alguns participaram de tudo como família. Essa intimidade, cumplicidade e sintonia não tem preço. Sou grato a Deus por ter encontrado gente tão especial e que soube compartilhar os momentos difíceis e os alegres.
Profissionalmente também é preciso dizer que foi um ano muito bom. Avancei em minhas pesquisas, estabeleci novos contatos e dei seguimento a projetos que considero muito importantes. A maior satisfação foi o convite para um projeto piloto na Secretaria de Comunicação da Presidência da República, algo que certamente nos envaidece.
Na minha família, graças a Deus, uma cirurgia do meu pai foi bem sucedida e estamos todos felizes pelas conquistas que tivemos esse ano.
E é por tudo isso. Pela vida, pelos desafios que ela nos apresenta, pelas alegrias que ela nos dá, que sou muito grato a Deus e a todos os que fazem parte do meu mundo, por tudo o que aprendemos juntos. Meus desejos são de que 2013 seja uma nova fase de aprendizado e para manutenção e construção de redes, de relações de colaboração em que o que prevaleça seja, sempre, o sorriso de cada um de nós. Afinal, a vida é melhor quando sorrimos.
Feliz Natal e um ano novo de sorrisos para tod@s.
sábado, 3 de novembro de 2012
Falando sobre mim
Recentemente respondi a uma pesquisa do Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo sobre tendência comportamental conduzida a partir da Quantum Assessment. Hoje estava relendo o resultado e fiquei impressionado com as informações que o método conseguiu extrair das minhas respostas. E pra falar um pouco mais de mim, reproduzo abaixo parte do resultado:
Rodrigo Eduardo apresenta forte impulso para liderar, exercendo autoridade e poder com extrema naturalidade. Tem muita determinação e objetividade, orientando-se fortemente para as metas e resultados. Seu estilo de ação destaca-se pela autonomia e individualidade, talvez em alguns momentos, de modo um tanto centralizador.
Possui pioneirismo, ousadia e extrema autoconfiança, ou seja, confia bastante no seu ponto de vista, tanto que em algumas ocasiões, poderá reagir com teimosia a outras opiniões. Tem como aptidão a competitividade, que por sua vez poderá fazer com que Rodrigo Eduardo tome iniciativas e decisões de alto risco com frequência, enfatizando seu espírito empreendedor.
Sua já marcante tendência proativa é ainda enfatizada por um ritmo forte, acelerado e pelo senso de urgência. Sabe estabelecer prioridades, é veloz e muito atuante. Tem habilidade para realizar várias tarefas ao mesmo tempo, sempre rapidamente, pois tem gosto por fazer com que as coisas aconteçam à sua maneira.
O estilo de ação e o ritmo caracterizam Rodrigo Eduardo como uma pessoa exigente, enérgica, que poderá reagir com inquietude ou impaciência se as coisas ficarem demasiadamente lentas segundo sua ótica. Poderá inclusive, responder precipitadamente ou de maneira explosiva em casos extremos.
Sua visão é generalista, estratégica, pois seu foco está no conjunto e não nos detalhes, os quais delegará se sua função permitir. Desta forma, Rodrigo Eduardo prefere estar livre para os grandes aspectos do negócio.
Independente da área de atuação, este perfil indica um profissional aguerrido, que traz resultados expressivos para a empresa. Face à sua resistência e dinamismo, não desiste facilmente, pois sabe o que quer.
Sua comunicação é fluente. Tende a falar rápido e com ênfase, entonação e expressividade marcantes. Sua versatilidade e a habilidade para aprender depressa podem acentuar ainda mais sua grande capacidade de adaptação às situações de relacionamento.
Tem um estilo muito envolvente, implacável ao vender ideias ou produtos. Insistente, defenderá suas ideias, a empresa e o negócio com argumentação rica, articulada e muito persuasiva. É capaz de falar de improviso.
Rodrigo Eduardo posiciona-se frente às regras e padrões vigentes de modo mais informal, com certa irreverência. Prefere estar livre de regras rígidas, com espaço para promover mudanças e buscar soluções criativas, agindo com independência, a qual é realçada pelo seu estilo de ação. Aprecia a novidade e o não convencional.
Gancho quântico: ganho de potencial Embora Rodrigo Eduardo prefira a visão geral dos processos e não a partir dos detalhes, apresenta um gancho quântico em seu gráfico, que reflete a medida de sua disciplina, planejamento e organização.
Tende a delegar os detalhes, mas provavelmente não abandonará sua execução e poderá acompanhar sistematicamente o processo, certificando-se de que foram efetivadas as tarefas esperadas na íntegra. O gancho quântico representa um freio, que oferece a cautela e o follow-up das atividades e inovações sempre geradas em seu trabalho. É um potencial extra que Rodrigo Eduardo possui.
Estilo profissional
Rodrigo Eduardo tem um estilo muito assertivo, engenhoso e empático. Geralmente oferece soluções muito práticas para os processos da empresa, levando seriamente em conta as pessoas ao seu redor. Entretanto, sua prioridade será mais focada nas metas e em fazer as coisas acontecerem do que em obter simpatia pessoal.
Procurará sinergia com os dirigentes da empresa e com os membros de sua equipe de maneira geral, porque sabe o valor destas relações para atingir seus objetivos. O mesmo ocorrerá quando sua posição for de chefia, o que é uma tendência muito provável nesse perfil. Neste caso, se mostrará uma pessoa destacadamente enérgica, exigente e motivadora. Age com autenticidade e reagirá mal, com certo incômodo, à supervisão muito próxima ou apertada.
É possível que apresente um estilo bastante competitivo, portanto, terá que dedicar especial atenção aos seus pares na organização para manter, também com estes, um bom relacionamento e um clima positivo. Mesmo podendo frequentemente investir razoável parcela de seu tempo em contatos cheios de vigor, diálogo e compartilhamento de suas ideias, Rodrigo Eduardo sabe que tende a atuar mais com um comportamento assertivo e autoritário do que persuasivo ou diplomático.
Seus pares poderão perceber tal impacto no longo termo do relacionamento profissional, mas também sentirão os benefícios, como a segurança e o entusiasmo que sua presença traz para o trabalho e para o negócio. Deve evitar “atropelar os outros” com seus atos imperativos. É um aspecto de atenção para o tão necessário espírito de equipe.
Natureza Self
Aptidão geral e habilidades marcantesRodrigo Eduardo apresenta forte impulso para liderar, exercendo autoridade e poder com extrema naturalidade. Tem muita determinação e objetividade, orientando-se fortemente para as metas e resultados. Seu estilo de ação destaca-se pela autonomia e individualidade, talvez em alguns momentos, de modo um tanto centralizador.
Possui pioneirismo, ousadia e extrema autoconfiança, ou seja, confia bastante no seu ponto de vista, tanto que em algumas ocasiões, poderá reagir com teimosia a outras opiniões. Tem como aptidão a competitividade, que por sua vez poderá fazer com que Rodrigo Eduardo tome iniciativas e decisões de alto risco com frequência, enfatizando seu espírito empreendedor.
Sua já marcante tendência proativa é ainda enfatizada por um ritmo forte, acelerado e pelo senso de urgência. Sabe estabelecer prioridades, é veloz e muito atuante. Tem habilidade para realizar várias tarefas ao mesmo tempo, sempre rapidamente, pois tem gosto por fazer com que as coisas aconteçam à sua maneira.
O estilo de ação e o ritmo caracterizam Rodrigo Eduardo como uma pessoa exigente, enérgica, que poderá reagir com inquietude ou impaciência se as coisas ficarem demasiadamente lentas segundo sua ótica. Poderá inclusive, responder precipitadamente ou de maneira explosiva em casos extremos.
Sua visão é generalista, estratégica, pois seu foco está no conjunto e não nos detalhes, os quais delegará se sua função permitir. Desta forma, Rodrigo Eduardo prefere estar livre para os grandes aspectos do negócio.
Independente da área de atuação, este perfil indica um profissional aguerrido, que traz resultados expressivos para a empresa. Face à sua resistência e dinamismo, não desiste facilmente, pois sabe o que quer.
Sua comunicação é fluente. Tende a falar rápido e com ênfase, entonação e expressividade marcantes. Sua versatilidade e a habilidade para aprender depressa podem acentuar ainda mais sua grande capacidade de adaptação às situações de relacionamento.
Tem um estilo muito envolvente, implacável ao vender ideias ou produtos. Insistente, defenderá suas ideias, a empresa e o negócio com argumentação rica, articulada e muito persuasiva. É capaz de falar de improviso.
Rodrigo Eduardo posiciona-se frente às regras e padrões vigentes de modo mais informal, com certa irreverência. Prefere estar livre de regras rígidas, com espaço para promover mudanças e buscar soluções criativas, agindo com independência, a qual é realçada pelo seu estilo de ação. Aprecia a novidade e o não convencional.
Gancho quântico: ganho de potencial Embora Rodrigo Eduardo prefira a visão geral dos processos e não a partir dos detalhes, apresenta um gancho quântico em seu gráfico, que reflete a medida de sua disciplina, planejamento e organização.
Tende a delegar os detalhes, mas provavelmente não abandonará sua execução e poderá acompanhar sistematicamente o processo, certificando-se de que foram efetivadas as tarefas esperadas na íntegra. O gancho quântico representa um freio, que oferece a cautela e o follow-up das atividades e inovações sempre geradas em seu trabalho. É um potencial extra que Rodrigo Eduardo possui.
Estilo profissional
Rodrigo Eduardo tem um estilo muito assertivo, engenhoso e empático. Geralmente oferece soluções muito práticas para os processos da empresa, levando seriamente em conta as pessoas ao seu redor. Entretanto, sua prioridade será mais focada nas metas e em fazer as coisas acontecerem do que em obter simpatia pessoal.
Procurará sinergia com os dirigentes da empresa e com os membros de sua equipe de maneira geral, porque sabe o valor destas relações para atingir seus objetivos. O mesmo ocorrerá quando sua posição for de chefia, o que é uma tendência muito provável nesse perfil. Neste caso, se mostrará uma pessoa destacadamente enérgica, exigente e motivadora. Age com autenticidade e reagirá mal, com certo incômodo, à supervisão muito próxima ou apertada.
É possível que apresente um estilo bastante competitivo, portanto, terá que dedicar especial atenção aos seus pares na organização para manter, também com estes, um bom relacionamento e um clima positivo. Mesmo podendo frequentemente investir razoável parcela de seu tempo em contatos cheios de vigor, diálogo e compartilhamento de suas ideias, Rodrigo Eduardo sabe que tende a atuar mais com um comportamento assertivo e autoritário do que persuasivo ou diplomático.
Seus pares poderão perceber tal impacto no longo termo do relacionamento profissional, mas também sentirão os benefícios, como a segurança e o entusiasmo que sua presença traz para o trabalho e para o negócio. Deve evitar “atropelar os outros” com seus atos imperativos. É um aspecto de atenção para o tão necessário espírito de equipe.
terça-feira, 1 de maio de 2012
E no baile de máscaras...
A vida é mesmo um baile de máscaras. E quando você ousa tirar sua fantasia e expor quem realmente você é, se torna um monstro, algo repugnante e inaceitável socialmente, algo incompreendido externamente, mas que cada um conhece muito bem porque tem um monstro igual, escondido no armário.
Talvez exista mesmo um pacto social, um código de sobrevivência que nos impeça de expor nossas fragilidades, nossas fraquezas e aqueles pensamentos que, por algum motivo, a sociedade apontou como algo errado e torpe.
No entanto, eu acho que fui ingénuo ao acreditar que oferecer-me sem máscaras seria uma prova de confidencialidade, de cumplicidade e fidelidade que está acima de qualquer convenção e qualquer erro.
Oferecer-me assim, eu sei, era um risco. Mas foi um preço que eu resolvi pagar. Foi como tirar do peito um coração imperfeito, mas que estava ali, disposto a ser arrancado para que junto com um outro coração, muito provavelmente imperfeito também, pudessem bater em sintonia e construir uma vida.
Infelizmente, é melhor eu colocar minha máscara de volta. Prefere-se que eu continue encenando a peça em que o personagem é arrogante e autoritário, menos imperfeito.
Talvez exista mesmo um pacto social, um código de sobrevivência que nos impeça de expor nossas fragilidades, nossas fraquezas e aqueles pensamentos que, por algum motivo, a sociedade apontou como algo errado e torpe.
No entanto, eu acho que fui ingénuo ao acreditar que oferecer-me sem máscaras seria uma prova de confidencialidade, de cumplicidade e fidelidade que está acima de qualquer convenção e qualquer erro.
Oferecer-me assim, eu sei, era um risco. Mas foi um preço que eu resolvi pagar. Foi como tirar do peito um coração imperfeito, mas que estava ali, disposto a ser arrancado para que junto com um outro coração, muito provavelmente imperfeito também, pudessem bater em sintonia e construir uma vida.
Infelizmente, é melhor eu colocar minha máscara de volta. Prefere-se que eu continue encenando a peça em que o personagem é arrogante e autoritário, menos imperfeito.
quinta-feira, 8 de março de 2012
Querid@s colegas jornalistas,
pela terceira vez consecutiva integro um grupo que disputa eleição do Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo. O faço por acreditar que é preciso renovar as lideranças de nossa categoria e buscar novas perspectivas para enfrentar os desafios contemporâneos de quem trabalha com a informação. Sabemos que não é tarefa fácil, mas necessária. Assim, convido a todos para lerem o Manifesto da Chapa 2 para as Eleições do Sindicato dos Jornalistas de SP e a participarem deste processo e da discussão em torno dos desafios da nossa classe.
Nossa campanha na Internet está presente no site da Chapa 2 e em nossa página no Facebook. Quem puder, "curta".
pela terceira vez consecutiva integro um grupo que disputa eleição do Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo. O faço por acreditar que é preciso renovar as lideranças de nossa categoria e buscar novas perspectivas para enfrentar os desafios contemporâneos de quem trabalha com a informação. Sabemos que não é tarefa fácil, mas necessária. Assim, convido a todos para lerem o Manifesto da Chapa 2 para as Eleições do Sindicato dos Jornalistas de SP e a participarem deste processo e da discussão em torno dos desafios da nossa classe.
Nossa campanha na Internet está presente no site da Chapa 2 e em nossa página no Facebook. Quem puder, "curta".
sábado, 14 de janeiro de 2012
Presente
Alguém muito especial me pediu esta semana para não lhe dar um presente.
Mas, o que é presente? Um mimo, uma lembraça, algo material? Pode ser, mas esta palavra também significa o hoje, um momento que deve ser vivido e pode ser dividido.
Presente é palavra que nos faz entender a importância do agora, que o que ficou é passado e que o porvir é algo desconhecido e que temos que encarar com a humildade de quem aceita de bom grado o que a vida nos oferece. Do passado fica o presente na memória. Do futuro, os sonhos e a ansiedade pelo que se fará presente.
Mais que tempo, que mimos e lembranças, presente também marca que se ocupa um lugar naquele instante, que aquele espaço se faz seu, se faz meu, de quem o ocupa.
Que nos dias presentes, e nos futuros que se farão presentes, nada de ausência, de esquecimento, de duvidoso, de incerto e de obscuro possa apagar o brilho do melhor presente que se pode ganhar e que se pode ofertar: a presença e o sorriso de quem se ama.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
No último mês tive a satisfação de ter publicado meu primeiro artigo em periódico científico. Trata-se de um paper com reflexões sobre a atuação inovativa da UFSCar em comunicação, principalmente a partir do desenvolvimento do Sistema de Apoio à Comunicação Integrada (SACI), software livre de autoria minha e de outros amigos, criado em 2004 e com registro no INPI. O artigo foi publicado na edição 22 da Revista Comunicação & Inovação.
Texto completo: PDF
Inovação e Gestão do Conhecimento em Comunicação na UFSCar
Rodrigo Eduardo Botelho Francisco
Resumo
Este artigo aborda o processo de inovação e gestão do conhecimento na área de Comunicação da UFSCar, reconhecida atualmente pela utilização e desenvolvimento de softwares livres, formação de rede e compartilhamento de soluções e conteúdo. Este processo, por sua vez, não se deu de forma articulada e num mesmo contexto. As propostas surgiram em diferentes momentos e foram articuladas por diferentes atores. Assim, o objetivo deste trabalho é identificar se, mesmo sem um planejamento e estratégias propositais de inovação, as iniciativas podem ser enquadradas em modelos avaliativos de inovação.
sábado, 10 de setembro de 2011
Depois de um tempo longe das "salas de aula", tenho o prazer de hoje iniciar uma disciplina no curso de Especialização em Jornalismo Multimídia da Unimep, em Piracicaba. Neste caso, vou abordar a Concepção de Produtos Jornalísticos para Web. Aproveito aqui para já disponibilizar, para os colegas, a apresentação que usarei como guia no encontro de hoje.
Antes de terminar este post, porém, lembro minhas concepções acerca da tarefa de ensinar. Aliás, não acredito nela. Acredito sim na construção colaborativa do conhecimento, no aprender a aprender e na interação entre colegas que, juntos, buscam respostas para questionamentos importantes para uma carreira profissional. Sendo assim, não sou professor, sou apenas um amigo que compartilha experiências, leituras e impressões acerca de um tema.
Antes de terminar este post, porém, lembro minhas concepções acerca da tarefa de ensinar. Aliás, não acredito nela. Acredito sim na construção colaborativa do conhecimento, no aprender a aprender e na interação entre colegas que, juntos, buscam respostas para questionamentos importantes para uma carreira profissional. Sendo assim, não sou professor, sou apenas um amigo que compartilha experiências, leituras e impressões acerca de um tema.
sexta-feira, 24 de junho de 2011
sábado, 18 de junho de 2011
queria tanto lhe falar
tanta coisa pra dizer
quanto sonho pra compartilhar
ah, como é difícil amar
tanta coisa pra dizer
quanto sonho pra compartilhar
ah, como é difícil amar
domingo, 5 de junho de 2011
"É fácil trocar as palavras,
Difícil é interpretar os silêncios!
É fácil caminhar lado a lado,
Difícil é saber como se encontrar!
É fácil beijar o rosto,
Difícil é chegar ao coração!
É fácil apertar as mãos,
Difícil é reter o calor!
É fácil sentir o amor,
Difícil é conter sua torrente!
Como é por dentro outra pessoa?
Quem é que o saberá sonhar?
A alma de outrem é outro universo
Com que não há comunicação possível,
Com que não há verdadeiro entendimento.
Nada sabemos da alma
Senão da nossa;
As dos outros são olhares,
São gestos, são palavras,
Com a suposição
De qualquer semelhança no fundo."
Fernando Pessoa
Difícil é interpretar os silêncios!
É fácil caminhar lado a lado,
Difícil é saber como se encontrar!
É fácil beijar o rosto,
Difícil é chegar ao coração!
É fácil apertar as mãos,
Difícil é reter o calor!
É fácil sentir o amor,
Difícil é conter sua torrente!
Como é por dentro outra pessoa?
Quem é que o saberá sonhar?
A alma de outrem é outro universo
Com que não há comunicação possível,
Com que não há verdadeiro entendimento.
Nada sabemos da alma
Senão da nossa;
As dos outros são olhares,
São gestos, são palavras,
Com a suposição
De qualquer semelhança no fundo."
Fernando Pessoa
segunda-feira, 23 de maio de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Idealizações
Prefiro contar com a imperfeição do que existe do que idealizar algo perfeito que não é capaz de sustentar sua existência.
domingo, 17 de abril de 2011
Conflitos da ausência
Tarde de domingo, resolvo almoçar num restaurante oriental que frequento costumeiramente com a esperança de ninguém notar que estou sozinho ou nem encontrar algum conhecido. Resolvi ir bem tarde. Vã ilusão. Logo na porta encontro uma amiga que me olha e diz que estou abatido. Na saída, o caixa me pergunta: "está abandonado hoje?"
Saio sem norte. Paro na banca de jornais, compro uma revista. A leio na praça, largado no banco de concreto como se nada mais acontecesse ao meu redor. Mas o local é familiar. Crianças, seus pais, os comerciantes que vendem artesanato e os que passam não conseguem entender a cena de alguém solitário numa praça do interior lendo uma revista.
Ao shopping, ao cinema. O único filme é uma porcaria, mas "é que tem pra hoje".
Enfim, volto para casa, para onde não queria voltar simplesmente por que não sei como me comportar nela diante de ausências.
Contraditório, não? O único lugar que posso ficar só sem ser incomodado é o que mais me incomoda.
Agora estou aqui absorto em tentar entender o valor de uma ausência. Que sentimento é esse? O que ele quer dizer? Por que me sinto paralisado diante dele?
O fato é que a ausência causa conflito interior e uma vontade imensa de completar de novo um espaço que ficou vazio e que só depois de deixado dessa forma é que conseguimos mensurar seu tamanho.
Sei que agora todos querem saber o que está ausente. Mas, sinto informar que há ausência de palavras e de verbos que permitam que eu possa conjugar qualquer expressão. Talvez eu arrisque balbuciar que há ausência de mim mesmo!
Desculpem os que, porventura, chegarem a ler este post. Mas ele foi a única forma que encontrei para "colocar para fora" isso que estou sentindo hoje. Não se preocupem, também. É apenas uma fase. Amanhã é um novo dia e certamente os afazeres profissionais tomam conta de qualquer espaço que possa estar vazio...
Saio sem norte. Paro na banca de jornais, compro uma revista. A leio na praça, largado no banco de concreto como se nada mais acontecesse ao meu redor. Mas o local é familiar. Crianças, seus pais, os comerciantes que vendem artesanato e os que passam não conseguem entender a cena de alguém solitário numa praça do interior lendo uma revista.
Ao shopping, ao cinema. O único filme é uma porcaria, mas "é que tem pra hoje".
Enfim, volto para casa, para onde não queria voltar simplesmente por que não sei como me comportar nela diante de ausências.
Contraditório, não? O único lugar que posso ficar só sem ser incomodado é o que mais me incomoda.
Agora estou aqui absorto em tentar entender o valor de uma ausência. Que sentimento é esse? O que ele quer dizer? Por que me sinto paralisado diante dele?
O fato é que a ausência causa conflito interior e uma vontade imensa de completar de novo um espaço que ficou vazio e que só depois de deixado dessa forma é que conseguimos mensurar seu tamanho.
Sei que agora todos querem saber o que está ausente. Mas, sinto informar que há ausência de palavras e de verbos que permitam que eu possa conjugar qualquer expressão. Talvez eu arrisque balbuciar que há ausência de mim mesmo!
Desculpem os que, porventura, chegarem a ler este post. Mas ele foi a única forma que encontrei para "colocar para fora" isso que estou sentindo hoje. Não se preocupem, também. É apenas uma fase. Amanhã é um novo dia e certamente os afazeres profissionais tomam conta de qualquer espaço que possa estar vazio...
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